sábado, 3 de maio de 2014
quinta-feira, 24 de abril de 2014
Mídia, Tecnologia da Informação e Novas Práticas Educacionais: Análise e Uso de Ferramentas Educativas
Em sociedades audiovisuais, narrativas em imagem-som comportam o que
se convencionou chamar de currículo cultural , ou seja, um conjunto mais
ou menos organizado de informações, valores e saberes que, via produtos
culturais (nesse caso, audiovisuais), atravessam o cotidiano de milhões
de pessoas e interferem em suas formas de aprender, de ver e de pensar.
As relações dos indivíduos com esse tipo de produção constróem
imaginários e ajudam a produzir identidades étnicas, sexuais, sociais
etc.
Pesquisadores de diferentes áreas (psicologia, sociologia, antropologia, história entre outras) vêm buscando compreender de que forma isso acontece, isto é, através de que mecanismos cognitivos, psicológicos e/ou socioculturais, imagens de cinema e televisão e conteúdos da Internet participam da tessitura de concepções de mundo, de valores e crenças professados pelos que com elas interagem de forma mais ou menos intensa.
Países como França, Inglaterra e Estados Unidos, entre outros, instituíram, com financiamento público, ao longo das últimas décadas do século XX, linhas de investigação cada vez mais amplas, envolvendo diferentes temáticas e distintos campos disciplinares, em importantes centros de pesquisa , buscando compreender não apenas a natureza das relações que se estabelecem entre artefatos audiovisuais e seus espectadores e/ou usuários, mas também o impacto político-social que essas relações podem produzir.
No Brasil, mesmo que ainda não se tenha configurado uma tradição de pesquisa em torno dessa temática, iniciativas vêm sendo desenvolvidas nesse sentido nas áreas de comunicação, sociologia, antropologia (Escola de Comunicação da UFRJ, Escola de Comunicação e Artes da USP, Instituto de Artes e Comunicação Social da UFF, IUPERJ, Museu Nacional da UFRJ, entre outras) e, mais recentemente, na educação (Programa de Pós-Graduação em Educação da UFRGS, Núcleo de Comunicação e Educação da USP, entre outros). De uma maneira geral, essas pesquisas vêm indicando, de forma cada vez mais contundente, que não é possível compreender a dinâmica de funcionamento de sociedades audiovisuais, sem analisar o papel desempenhado pela relação que os diferentes grupos e atores sociais estabelecem com a atmosfera cultural em que estão imersos, sobretudo, com a produção veiculada maciçamente em imagem-som.
Na área de educação, precisamos refletir sobre o modo como as imagens vêm sendo abordadas nas salas de aula que deveriam ser espaços nos quais as imagens estariam sendo tomadas, pelos alunos, como meios de pensar a realidade, uma vez que elas estão impregnadas nas suas rotinas. Não é possível, à escola, negar a existência das imagens televisivas e da propaganda, uma vez que elas fazem parte do contexto histórico-cultural no qual nossas crianças e jovens estão inseridos, mas, por isso mesmo, urge que se instrumentalize o professor para que possa orquestrar reflexões críticas de seus alunos acerca do que as mídias oferecem. Já não é possível mais ficarmos com os discursos maniqueístas que as denunciam como instrumentos de alienação dos jovens. É necessário que essas falas sejam substituídas por uma ação consciente que leve à apropriação desses veículos para promoção da reflexão e do desenvolvimento da consciência crítica. É preciso tentar compreender os sentidos que os sujeitos estão produzindo para suas experiências com as imagens para que elas se tornem em instrumentos não apenas de apreensão da realidade mas de reflexão sobre a mesma.
Hoje, já se acredita que investigar as relações que crianças e adolescentes estabelecem com a televisão e os computadores pode ajudar a compreender também alguns dos problemas identificados pelas pesquisas em escolas, tais como a dificuldade de comunicação entre adolescentes e seus professores, o desinteresse das crianças pelas atividades escolares, processos de aprendizagem diferentes daquelas com as quais os professores estavam habituados a lidar, entre outros. Nesse sentido, trabalhos de dissertação de Mestrado e teses de Doutorado tem se aprofundado nesse tema.
Não parece haver dúvidas, também, quanto à existência de vínculos mais ou menos estreitos entre a mídia veiculada em imagem-som e produção/difusão de valores éticos e morais em culturas que valorizam esse tipo de artefato. Sabe-se, contudo, que não se pode pensar nisso como uma via de mão única, que vai da mídia ao espectador. Trata-se de um fenômeno muito mais complexo do que se pode supor à primeira vista; os indícios sugerem influência mútua, circularidade de informações e interdependência, cujos resultados somente podem ser captados, empiricamente, a médio e longo prazo.
Por outro lado, mais o que nunca, o momento atual tem sido marcado, no campo da educação, pela consciência da necessidade da formação continuada dos professores, que se faz urgente, mais do que tudo porque a formação dada pelos cursos de Licenciatura tem-se mostrado insuficiente e, portanto inadequada às exigências do mundo atual. A socialização do saber e a qualificação para o trabalho adquirem, na contemporaneidade, um caráter altamente dinâmico, requerendo das pessoas flexibilidade, criatividade e atualização permanente, em decorrência das mudanças de paradigmas com as quais a sociedades vem se confrontando. Ha, portanto, a necessidade de se ver a educação indo alem das paredes escolares, ou melhor dizendo, trazendo o cotidiano e as possibilidades dele para dentro do espaço escolar. Ora, isso só será possível se aqueles que estiverem no exercício do oficio docente minimamente puderem dominar as atuais tecnologias de informação e puderem alcançar o potencial que as mídias podem lhes oferecer, já que parece não haver mais duvidas sobre a sua relevância. Mídia e tecnologia da informação configuram um campo de saber que tem sido visto como uma excelente opção para o atendimento dessas exigências, mas nem sempre adequadamente utilizados. Conhecê-lo é, pois, fundamental, porque permite a efetiva instrumentalização de todos os que têm a seu cargo atividades de ensino
Nesse sentido, a universidade é um lugar privilegiado para se desenvolver programas com esse objetivo, quer se fazendo por especializações mais gerais, quer por oferecer capacitações mais especificas. Por ser a PUC-Rio considerada, no campo da educação, uma instituição que, em todos os seus anos de existência, imprime em seus cursos a marca de seriedade e dinamismo no seu desempenho, tendo a inovação como resposta aos desafios da educação contemporânea, não pode ficar alheia a essas exigências que o campo de ensino-aprendizagem tem apresentado.
fonte:>>>> http://www.cce.puc-rio.br/sitecce/website/website.dll/folder_curso?nCurso=midia,-tecnologia-da-informacao
Pesquisadores de diferentes áreas (psicologia, sociologia, antropologia, história entre outras) vêm buscando compreender de que forma isso acontece, isto é, através de que mecanismos cognitivos, psicológicos e/ou socioculturais, imagens de cinema e televisão e conteúdos da Internet participam da tessitura de concepções de mundo, de valores e crenças professados pelos que com elas interagem de forma mais ou menos intensa.
Países como França, Inglaterra e Estados Unidos, entre outros, instituíram, com financiamento público, ao longo das últimas décadas do século XX, linhas de investigação cada vez mais amplas, envolvendo diferentes temáticas e distintos campos disciplinares, em importantes centros de pesquisa , buscando compreender não apenas a natureza das relações que se estabelecem entre artefatos audiovisuais e seus espectadores e/ou usuários, mas também o impacto político-social que essas relações podem produzir.
No Brasil, mesmo que ainda não se tenha configurado uma tradição de pesquisa em torno dessa temática, iniciativas vêm sendo desenvolvidas nesse sentido nas áreas de comunicação, sociologia, antropologia (Escola de Comunicação da UFRJ, Escola de Comunicação e Artes da USP, Instituto de Artes e Comunicação Social da UFF, IUPERJ, Museu Nacional da UFRJ, entre outras) e, mais recentemente, na educação (Programa de Pós-Graduação em Educação da UFRGS, Núcleo de Comunicação e Educação da USP, entre outros). De uma maneira geral, essas pesquisas vêm indicando, de forma cada vez mais contundente, que não é possível compreender a dinâmica de funcionamento de sociedades audiovisuais, sem analisar o papel desempenhado pela relação que os diferentes grupos e atores sociais estabelecem com a atmosfera cultural em que estão imersos, sobretudo, com a produção veiculada maciçamente em imagem-som.
Na área de educação, precisamos refletir sobre o modo como as imagens vêm sendo abordadas nas salas de aula que deveriam ser espaços nos quais as imagens estariam sendo tomadas, pelos alunos, como meios de pensar a realidade, uma vez que elas estão impregnadas nas suas rotinas. Não é possível, à escola, negar a existência das imagens televisivas e da propaganda, uma vez que elas fazem parte do contexto histórico-cultural no qual nossas crianças e jovens estão inseridos, mas, por isso mesmo, urge que se instrumentalize o professor para que possa orquestrar reflexões críticas de seus alunos acerca do que as mídias oferecem. Já não é possível mais ficarmos com os discursos maniqueístas que as denunciam como instrumentos de alienação dos jovens. É necessário que essas falas sejam substituídas por uma ação consciente que leve à apropriação desses veículos para promoção da reflexão e do desenvolvimento da consciência crítica. É preciso tentar compreender os sentidos que os sujeitos estão produzindo para suas experiências com as imagens para que elas se tornem em instrumentos não apenas de apreensão da realidade mas de reflexão sobre a mesma.
Hoje, já se acredita que investigar as relações que crianças e adolescentes estabelecem com a televisão e os computadores pode ajudar a compreender também alguns dos problemas identificados pelas pesquisas em escolas, tais como a dificuldade de comunicação entre adolescentes e seus professores, o desinteresse das crianças pelas atividades escolares, processos de aprendizagem diferentes daquelas com as quais os professores estavam habituados a lidar, entre outros. Nesse sentido, trabalhos de dissertação de Mestrado e teses de Doutorado tem se aprofundado nesse tema.
Não parece haver dúvidas, também, quanto à existência de vínculos mais ou menos estreitos entre a mídia veiculada em imagem-som e produção/difusão de valores éticos e morais em culturas que valorizam esse tipo de artefato. Sabe-se, contudo, que não se pode pensar nisso como uma via de mão única, que vai da mídia ao espectador. Trata-se de um fenômeno muito mais complexo do que se pode supor à primeira vista; os indícios sugerem influência mútua, circularidade de informações e interdependência, cujos resultados somente podem ser captados, empiricamente, a médio e longo prazo.
Por outro lado, mais o que nunca, o momento atual tem sido marcado, no campo da educação, pela consciência da necessidade da formação continuada dos professores, que se faz urgente, mais do que tudo porque a formação dada pelos cursos de Licenciatura tem-se mostrado insuficiente e, portanto inadequada às exigências do mundo atual. A socialização do saber e a qualificação para o trabalho adquirem, na contemporaneidade, um caráter altamente dinâmico, requerendo das pessoas flexibilidade, criatividade e atualização permanente, em decorrência das mudanças de paradigmas com as quais a sociedades vem se confrontando. Ha, portanto, a necessidade de se ver a educação indo alem das paredes escolares, ou melhor dizendo, trazendo o cotidiano e as possibilidades dele para dentro do espaço escolar. Ora, isso só será possível se aqueles que estiverem no exercício do oficio docente minimamente puderem dominar as atuais tecnologias de informação e puderem alcançar o potencial que as mídias podem lhes oferecer, já que parece não haver mais duvidas sobre a sua relevância. Mídia e tecnologia da informação configuram um campo de saber que tem sido visto como uma excelente opção para o atendimento dessas exigências, mas nem sempre adequadamente utilizados. Conhecê-lo é, pois, fundamental, porque permite a efetiva instrumentalização de todos os que têm a seu cargo atividades de ensino
Nesse sentido, a universidade é um lugar privilegiado para se desenvolver programas com esse objetivo, quer se fazendo por especializações mais gerais, quer por oferecer capacitações mais especificas. Por ser a PUC-Rio considerada, no campo da educação, uma instituição que, em todos os seus anos de existência, imprime em seus cursos a marca de seriedade e dinamismo no seu desempenho, tendo a inovação como resposta aos desafios da educação contemporânea, não pode ficar alheia a essas exigências que o campo de ensino-aprendizagem tem apresentado.
fonte:>>>> http://www.cce.puc-rio.br/sitecce/website/website.dll/folder_curso?nCurso=midia,-tecnologia-da-informacao
A importância da escola e seu lugar na constituição humana
Cada um de nós traz dentro de si a representação do que é uma escola, por conta das experiências que vivenciamos neste universo.
È
na escola que coisas da maior importância em nossas vidas acontecem.
Inevitavelmente, ela deixa de ser apenas um campo de troca de
conhecimentos e adentra uma esfera emocional, onde permeiam outros tipos
de trocas, principalmente as afetivas.
Digo
isso com referência às relações que nela se estabelecem, pois na escola
acontecem às primeiras relações fora da família e, nesse processo que
marca uma “segunda sociabilidade”, alguns conflitos por vezes emergem.
Estes afloram, principalmente, quando a criança percebe que deixa de ser
única e começa a se enxergar como parte de uma situação coletiva, a
conviver entre iguais e diferentes.
A atenção exclusiva que antes era só dela passa a ser pulverizada em média com outros trinta alunos em sala de aula e se isso, por um lado, é decepcionante, também, por outro, contribui para o amadurecimento emocional da criança. Nesse sentido, o ambiente escolar deixa de ser mero espaço de aprendizagem formal e torna-se palco de frustrações, realizações, encontros, disputas, competitividade e dificuldades de relações interpessoais.
Pode-se afirmar que a escola é o segundo ambiente mais importante na vida social de um ser humano. É lá que, com a ajuda dos educadores e pais, que um sujeito vai se constituindo como ser pensante, questionador. A escola poderá conservar isso, despertando em seus alunos potenciais criativos, curiosidades, talentos ou poderá minimizar todas essas formas de expressão da subjetividade da criança.
Penso que a melhor forma de educar é levar o conhecimento de mãos dadas com o afeto, como me sugere o que vejo no cotidiano. As crianças conseguem ter um melhor rendimento quando são olhadas com carinho, respeito e sabem que alguém está se importando realmente com elas, seja em casa ou na escola.
Quando a criança expressa algum comportamento que a faz diferente de outros alunos, há nisso a expressão de que algo dentro dela precisa ser dividido: pode ser coisas boas ou não. Por vezes, trata-se de um pedido de ajuda, para que se acolha o que ela traz.
De certa forma, tentamos ajudar os professores nesse contexto, para que possam, na medida do possível, fazer uma leitura do que as crianças e adolescentes estão lhe trazendo. O educador é depositário transferencialmente de situações vivenciadas pelas crianças com seus pais. Muitas vezes, é no professor que as crianças depositam amor, raivas e angústias que estão vivendo no seio familiar e os professores e gestores acabam sendo receptores de algo que, à primeira vista, nada tem que ver com eles.
Por isso, a cada dia que passa as escolas também pedem ajuda, pois além do saber, há várias outras questões que lhes são demandadas, sejam por familiares, alunos e até mesmo pela sociedade.
A atenção exclusiva que antes era só dela passa a ser pulverizada em média com outros trinta alunos em sala de aula e se isso, por um lado, é decepcionante, também, por outro, contribui para o amadurecimento emocional da criança. Nesse sentido, o ambiente escolar deixa de ser mero espaço de aprendizagem formal e torna-se palco de frustrações, realizações, encontros, disputas, competitividade e dificuldades de relações interpessoais.
Pode-se afirmar que a escola é o segundo ambiente mais importante na vida social de um ser humano. É lá que, com a ajuda dos educadores e pais, que um sujeito vai se constituindo como ser pensante, questionador. A escola poderá conservar isso, despertando em seus alunos potenciais criativos, curiosidades, talentos ou poderá minimizar todas essas formas de expressão da subjetividade da criança.
Penso que a melhor forma de educar é levar o conhecimento de mãos dadas com o afeto, como me sugere o que vejo no cotidiano. As crianças conseguem ter um melhor rendimento quando são olhadas com carinho, respeito e sabem que alguém está se importando realmente com elas, seja em casa ou na escola.
Quando a criança expressa algum comportamento que a faz diferente de outros alunos, há nisso a expressão de que algo dentro dela precisa ser dividido: pode ser coisas boas ou não. Por vezes, trata-se de um pedido de ajuda, para que se acolha o que ela traz.
De certa forma, tentamos ajudar os professores nesse contexto, para que possam, na medida do possível, fazer uma leitura do que as crianças e adolescentes estão lhe trazendo. O educador é depositário transferencialmente de situações vivenciadas pelas crianças com seus pais. Muitas vezes, é no professor que as crianças depositam amor, raivas e angústias que estão vivendo no seio familiar e os professores e gestores acabam sendo receptores de algo que, à primeira vista, nada tem que ver com eles.
Por isso, a cada dia que passa as escolas também pedem ajuda, pois além do saber, há várias outras questões que lhes são demandadas, sejam por familiares, alunos e até mesmo pela sociedade.
As
escolas pedem “socorro”, pois não estão deixando em suas portas só
crianças em busca de conhecimentos. Sem que se faça um juízo de valor
dessa situação, constata-se, atualmente, que alguns pais delegam à
escola muitas outras funções: a de educar, transmitir valores,
autoridade, respeito, limites e a mais difícil: exercer funções de
maternagem e paternagem, pois, a bem da verdade e sem generalizações,
pode-se dizer que alguns pais se esquivam de responsabilidades que
originalmente seriam deles.
Não dá para falar de educação sem que haja comprometimento entre todas essas esferas: pais, crianças, escola e sociedade.
Precisamos nos unir nesta empreitada, para que possamos mostrar a estas crianças que a escola é algo “sagrado”, pois é nela que podemos edificar o conhecimento e novas perspectivas de vidas, buscando algo que nos falta. Se não mantivermos uma parceria, todos perderão com isso.
Precisamos nos unir nesta empreitada, para que possamos mostrar a estas crianças que a escola é algo “sagrado”, pois é nela que podemos edificar o conhecimento e novas perspectivas de vidas, buscando algo que nos falta. Se não mantivermos uma parceria, todos perderão com isso.
As
crianças vêem inicialmente o mundo através dos olhos de um adulto e,
até que possam ter autonomia, precisamos mostrar-lhes uma visão de mútuo
respeito, valorização, admiração e gratidão.
Na Escola Maria de Lourdes Albergaria, local em que desenvolvemos parte de nosso trabalho, há muita pulsão de vida, há profissionais engajados querendo dar o melhor de si para as suas crianças. Lá, as portas sempre estão abertas para os pais e também aos plantadores de semente esperançosos na difícil missão de educar.
É lá que acompanho o lançar de sementes novas a cada dia para que floresça um amanhã melhor. Estas sementes simbolizam a educação na sua forma mais genuína: esperança na construção de novos cidadãos. Este objetivo só nos será possível com a valorização dos pais, da escola, dos educadores, gestores, todos fazendo sua parte com o objetivo em comum: o de um futuro melhor e digno para nossas crianças.
Na Escola Maria de Lourdes Albergaria, local em que desenvolvemos parte de nosso trabalho, há muita pulsão de vida, há profissionais engajados querendo dar o melhor de si para as suas crianças. Lá, as portas sempre estão abertas para os pais e também aos plantadores de semente esperançosos na difícil missão de educar.
É lá que acompanho o lançar de sementes novas a cada dia para que floresça um amanhã melhor. Estas sementes simbolizam a educação na sua forma mais genuína: esperança na construção de novos cidadãos. Este objetivo só nos será possível com a valorização dos pais, da escola, dos educadores, gestores, todos fazendo sua parte com o objetivo em comum: o de um futuro melhor e digno para nossas crianças.
Para tanto, a criança só valorizará a educação se for educada para isso!
Ivone Honório Quinalha – Novembro/2010 Psicóloga e Psicanalista - Especialista em Psicanálise com Crianças pelo Instituto Sedes Sapientaie.fonte: http://www.cuidademim.com.br/site/index.php?option=com_content&view=article&id=113:a-importancia-da-escola-e-seu-lugar-na-constituicao-humana&catid=44&Itemid=72
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